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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Amigos, amigos. Facebook à parte!

"Fingir orgasmos... quem nunca?" O post-alfinetada é da publicitária Mara Rocha, de 23 anos, no Facebook. Tinha endereço certo: seu ex-marido, Carlos Cavalcanti, de 43 anos.
O "círculo de amizades" dos dois pegou fogo. Carlos cobrou explicações de Mara. Ela foi muito além: "Não citei nomes, mas, se a carapuça serviu, fique à vontade." E deu a estocada maldosa: "O infeliz, em vez de ficar tentando satisfazer seu ego, deveria é aprender a satisfazer uma mulher na cama".
O "infeliz" processou Mara, alegando que sua honra foi ferida pelos comentários da ex-mulher no Facebook. O juiz Antônio Ribeiro Rocha, do 2º juízado Cívil de Vitória, aceitou a denúncia por difamação e calúnia. Condenou Mara a indenizar o ex-marido em dez salários mínimos, de acordo com a história divulgada no site jurídico www.jusbrasil.com.br e na coluna de Joaquim Ferreira dos Santos, do jornal O Globo. Mara não se calou. Incansável, no Facebook disse: "Ele (Carlos) é tão consciente de sua incapacidade que só me processou por injúria e difamação, porque calúnia ele sabe que não é."
É extremamente constrangedor para os amigos do ex-casal testemunhar tanta lavação de roupa suja. Esse tipo de episódio começa a ficar frequente nas redes sociais. Facebook, Twitter e outras redes têm benefícios imensos para a livre expressão de anônimos. Mas começam a virar confessionários. Há de tudo!
Há os depoimentos compungidos de amigos ou parentes que revelam estar falidos, sozinhos, doentes, sempre implorando por atenção. É um show de horrores! Cada mensagem contém um teor de melancolia a fim de atrair e cativar a pena e comentários de qualquer um que esteja disposto a perder seu tempo.
Há uma turma cada vez maior que publica fotos de filhos, cachorros, gatos, netos e filhos para uma legião de pessoas que nem sempre são tão próximas assim e que não estão nem aí para o que se passa na vida dessa gente. Há quem "aceite qualquer amigo" em nome de uma popularidade fictícia. Há os que correm para o Facebook no minuto seguinte de romper uma relação para alterar o "status de relacionamento" na rede - e se declarar disponível. Há os militantes, religiosos, políticos e esportivos; sempre torcendo para seu Deus, seu time, seu partido. Há como sempre, aqueles seres irritantes e invasivos sem limites, para quem você mesmo abriu as portas de sua linha do tempo, de sua página e até mesmo de sua casa.


E há os destrambelhados que perdem o pudor nas redes, fazendo das tripas coração. Isso é humano. É mais típico do humano brasileiro que do humano suceo. Duro é ser coagido a tomar uma posição nos barracos sentimentais e políticos. Quem acompanha o Facebook já percebeu broncas públicas e até amizades desfeitas, porque um se excede e ofende o amigo comum. Quantas saias justas de amigos que não compartilham a mesma ideologia. Por essas e por outras, aumenta o movimento dos que abandonam a vida virtual e se dizem aliviados. 
As pessoas são cobradas intensamente por não curtirem, compartilharem ou até mesmo cutucarem (o ato mais inútil do Facebook). Como se todos tivessem a obrigação de ver tudo o que era postado, dia e noite.
Usar a rede apenas para mensagens privativas e assuntos restritos é uma heresia a essa nova realidade. É como se aplicasse um adesivo na testa: sou antissocial, arrogante e não me importo com meus amigos. Quando na maioria das vezes a realidade é o inverso. 
O ator George Clooney afirmou preferir um exame de próstata em praça pública a ter um perfil no Facebook. Claro, que isso é um extremo. Mas está cada vez mais claro que toda essa vulgarização e exposição de imagem pessoal está afugentando algumas pessoas.
A falta de regras de privacidade é outro temor real. O Facebook coleta nome de usuário, senha, contatos e localização. Cada vez que você visita uma página na web com o botão "curtir", a rede social é avisada e todos ficam sabendo. Digamos, que é isso mesmo que você deseja. Que todos - até mesmo desconhecidos, conheçam os seus hábitos, sonhos, frustrações, suas conquistas, suas indignações, seus problemas, sua família,. Quanto mais gente melhor; Esse mundo foi feito para você. É preciso estar consciente das consequências, divertidas e nefastas, da festança virtual com penetras. 

Esse artigo foi retirado na Revista Época nº 749/ 24 de setembro e foi adaptada para se encaixar melhor na proposta de nosso blog. O texto original é de autoria de RUTH DE AQUINO. Nessa mesma edição da revista, publicaram uma matéria intitulada: "Amigo real x Amigo Virtual: Dá para ter amigos de verdade na era do Facebook? - E essa é a questão que fica para nossa reflexão. 

Quando li esse artigo da Ruth de Aquino, obviamente me lembrei de situações de minha própria vida e do meu cotidiano. Afinal, sou humano e já cometi todos esses erros citados acima e digo até mais; cometi erros ainda piores em relação a superexposição na internet. Eu cresci juntamente com esse movimento bombástico e isso ficou incorporado em mim e a falta de maturidade colaborou para que eu não entendesse a dimensão de que é todo esse universo virtual. E por isso sempre publiquei muita coisa, sempre falei demais e sempre fui muito exposto em todos os sentidos. Faz parte da vida, tudo isso é uma questão de aprendizado; justamente com as consequências... acredite, são muitas! Hoje eu tenho noção do poder da internet e do Facebook; assim como todas as outras redes sociais e até por isso que mantenho esse blog. Pelo fato de que pessoas me acompanhavam de outras épocas e o que eu postava e gostavam, deu no que deu. O VOZES DE OPINIÃO hoje existe e estou muito feliz com ele. Não faço atualizações toda semana, todo dia, toda hora... porquê também vivo uma vida real assim como todo mundo e tenho inúmeras responsabilidades. Mas sempre penso em nosso portal com muito carinho e todo o material interessante que eu acho, eu recolho para futuramente postar. Enfim, para finalizar... eu sei que a tentação é gigantesca e que dá vontade de postar tudo o que acontece, tudo o que vivemos, tudo o que queremos, o que não gostamos, e todas as nossas opiniões... mas nem sempre isso é possível sem causar atritos ou mágoas. O importante é estar ciente de toda a grandiosidade da internet e o que ela pode causar. Muito cuidado com tudo.
Existe uma frase que resume tudo isso que falamos:



“Não diga nada online que você não fosse colocar em um enorme outdoor com a foto do seu rosto ilustrando.” Erin Bury 

domingo, 15 de julho de 2012

"Receita para viver mais feliz"


 
 "Um sorriso é capaz de mudar muita coisa, destrói barreiras, ameniza as dores, cria afinidades e seduz uma outra pessoa a sorrir também!" Igor Mariano
Uma das coisas que mais me irrita nas características humanas é a capacidade de serem desagradáveis e chatas quando querem. Eu já passei por todo tipo de situação delicada e inconveniente e conheço muito bem quase todos os perfis de pessoas e procuro me relacionar bem com todas elas e transformar cada momento ruim em potencial em algo edificante e satisfatório para a alma. 
Mas a questão é que no meu dia a dia eu percebo que as pessoas não são assim. Alguns amigos mesmo, algumas pessoas bem conhecidas e que convivem comigo não possuem a mesma atitude que eu possuo de ser superior a todo e qualquer sentimento banal e primitivo que existe no sangue do ser humano.
Sempre que me deparo diante de uma situação ruim, eu procuro não transparecer e faço o meu melhor para superar aquilo tudo, achar uma maneira elegante e cortês de me safar de todo aquele incômodo. Acho de extrema importância termos uma grande vida social! Muitas pessoas, muitos amigos, muitas histórias de vida diferentes, diversas visões e perspectivas inversas que unidas constroem memórias para toda a nossa vida. Memórias de aprendizado e de maturação. 
Também acho que devemos nos esforçar mais e mais para convivermos melhor em sociedade, todos juntos.
Fazendo tudo o que é possível para vivermos em harmonia e sem causarmos situações críticas e dignas de desapontamentos. É importante para todo ser humano que ele interaja plenamente com as pessoas ao seu redor e faça amizades e desfrute de tudo isso. É provado cientificamente que pessoas solitárias vivem menos , você quer ser mais um número dentro dessa estatística? Creio que não.
Portanto, analise o seu interior e veja se você é uma pessoa que tenta ser ao máximo gentil com as outras pessoas. Nossa rotina contemporânea nos exige tanto esforço para suportarmos tanta coisa, eu sei disso.
Mas o que estou tentando transmitir é que tudo isso é uma reação em cadeia. Se cada um for gentil e empático com o outro, tudo retornará para você mesmo e a vida ficará muito mais leve. 

Devemos acabar com a ignorância imposta em nossa língua e em nosso tom de vida e impor pequenos gestos no cotidiano que farão toda diferença. Rispidez, falta de paciência e grosserias constroem um caminho solitário sem volta e são inimigas da felicidade. Tudo isso afeta diretamente na vida pessoal e profissional de todos como se fosse uma grande barreira. O psicoterapeuta Cris Allmeida garante que deixar o sorriso no rosto por mais tempo é uma ferramenta para viver melhor e acabar sendo apresentado a muito mais oportunidades. 
Viver é saber se relacionar, vamos jogar o lado arrogante da vida e aproveitarmos toda situação que se colocar em sua frente para conhecer novas pessoas. Uma vez eu li em algum lugar algo assim: "Somos conectados numa grande rede de relacionamentos e não temos noção do alcance desta rede. Se quisermos pensar em benefícios, basta lembrar que, na roda social, as pessoas estão sempre trocando de posição. Quem hoje está por baixo, amanhã estará em alta!" 
O mais importante não são lucros ou  benefícios que virão com a gentileza e empatia. A questão principal é que esses conceitos façam parte de sua vida e de sua personalidade. Os resultados serão definitivamente notados a curto e a longo prazo. Outro ponto importante é tratarmos de nossa auto-imagem, nossa auto-estima. Ao trabalharmos e sermos sociáveis com as pessoas, a recompensa é extremamente benéfica para o corpo e a mente. Tudo isso envolve sua beleza, seu brilho e seu poder interpessoal. Com tudo isso você se sentirá muito melhor e mais feliz, elevando sua auto-estima.
A gentileza faz com que a gente reconheça e valorize a existência das outras pessoas, se importando e compreendendo as ideias e valores, fazendo com que cada ser humano sinta-se importante no convívio social. Aquela velha história: "Gentileza gera gentileza" é a pura verdade!